17634855_1662356410446379_3925153315176248016_nHá cem anos, em 1917, os trabalhadores realizavam a primeira Greve Geral do Brasil. Na época, a paralisação reivindicava, dentre outras coisas, a proibição do trabalho para menores de 14 anos e o pagamento de horas extras.

Neste ano, os trabalhadores voltam às ruas em 28 de abril. Desta vez é para manter direitos que estão ameaçados pelo governo federal por meio de propostas como as reformas Trabalhista e da Previdência, e as já aprovadas Lei da Terceirização e Emenda do Teto de Gastos.

“A Previdência Social, os direitos trabalhistas e sociais estão seriamente ameaçados pelos projetos do governo de Michel Temer”, explica a presidente da ANDESUFSC, Célia Regina Vendramini.

O principal foco da Greve Geral de 28 de abril é a Reforma da Previdência, que compromete a aposentadoria dos trabalhadores celetistas e dos servidores públicos.

Diversas categorias de trabalhadores estão aderindo à paralisação, em assembleias de base. Em 25 de abril, será a vez dos docentes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que irão definir a adesão à Greve Geral, às 9:30h, no auditório do Centro Socioeconômico (CSE).

“É importante a ampla participação dos docentes filiados, para que possamos definir sobre nossa participação no movimento e discutir as estratégias de mobilização da categoria. Estamos em um momento delicado, em razão da conjuntura. Por isso, precisamos nos unir para enfrentar essas ameaças”, afirma Célia.

Fonte: ANDESUFSC